Evangelho jovem?



"Eu vos escrevi, pais, porque já conhecestes aquele que é desde o princípio. Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós, e já vencestes o maligno." (1 João 2.14)

Neste vídeo você vê uma mensagem de muito impacto, destinada aos jovens cristãos, para que vivam um Evangelho verdadeiro e poderoso. O Pr. Paulo Junior mostra nesta mensagem a responsabilidade que o jovem cristão tem que se submeter.

Defesa do Evangelho





- Yago Cardoso

Minha vida de aparências.




Na segunda passada, fui com Kayale na assembleia de Deus de Tancredo Neves ministrar uma palavra para um grupo de meninas, adolescentes e jovens. Fui muito bem recebida, as meninas fizeram eu me sentir em "casa". Pedi para que participassem durante a nossa conversa e isso realmente aconteceu.

Logo quando fui convidada para estar com elas, fui orar pedindo para que Deus me falasse qual o assunto que Ele queria que as transmitisse. Foi então que ele me lembrou de uma palavra que ouvi há pouco tempo atrás sobre amor e temor. 

Muitas vezes nós até amamos a Deus, mas não o tememos. Tem gente que por não entender o que é o temor, pensando ser meramente medo, acham que nós cristãos devemos somente amar a Deus, como se o temor não fosse tão importante quanto. 

O amor é o que nos motiva a servir e agradar ao Senhor, a fazer a vontade d'Ele e o temor é como um freio, é o que nos preserva, que nos impede de pecar e de entristecer a Deus. Assim, os dois podem e devem caminhar juntos (Sérgio Franco).

Quando não tememos a Deus, corremos o risco de viver uma vida de aparências, máscaras, de hipocrisia. Jesus sempre chamava os fariseus de hipócritas. No original grego a palavra hipocrisia remete a atores, personagens que representam algo que não são. Esse era o grande problema dos fariseus, tinham aparência de santidade mas suas práticas não demonstravam isso. 

Muita gente que vive vidas duplas, aquele crente que conhecemos como "Raimundo" um pé na igreja e outro no mundo, faz isso porque não teme a Deus. Podem até temer os homens e, por isso, se escondem se esquecendo que Deus vê tudo e sabe de tudo. 


Lucas: 12. 2. Mas nada há encoberto, que não haja de ser descoberto; nem oculto, que não haja de ser conhecido. 3. Porquanto tudo o que em trevas dissestes, à luz será ouvido; e o que falaste ao ouvido no gabinete, dos eirados será apregoado. 4. Digo-vos, amigos meus: Não temais os que matam o corpo, e depois disso nada mais podem fazer. 5. Mas eu vos mostrarei a quem é que deveis temer; temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno; sim, digo, a esse temei. - Bíblia JFA Offline

Os v.4 e 5 fala a quem devemos realmente temer. Não aos homens, porque se muito eles fizerem conosco será matar o nosso corpo, mas devemos temer a Deus que além de matar nosso corpo pode nos lançar no inferno. Eu passei um bom tempo da minha vida temendo a pessoa errada. Me escondia das pessoas como se elas fossem mais importantes do que o próprio Deus. Quando entendi que estava pensando de forma errada, passei a temer a Deus, pois é a Ele quem eu devo prestar contas. As pessoas continuam tendo seu nível de importância em minha vida mas não como Deus. 

Se pensarmos assim, não mais nos esconderemos na hora de pecar, porque lembraremos que Deus está em todo lugar e tudo vê. Se pensarmos assim, não mais deixaremos de confessar pecado com medo do que os outros vão pensar . Se pensarmos assim, não mais brincaremos com Deus, pois lembraremos que Deus é amor mas também é fogo consumidor (Hb 12:29). Se pensarmos assim, amararemos a Deus mas também o temeremos, pois o temor a Deus é o dever de todo homem.

Eclesiastes: 12. 13. Este é o fim do discurso; tudo já foi ouvido: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é todo o dever do homem. 14. Porque Deus há de trazer a juízo toda obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau. - Bíblia JFA Offline


- Jamille Dória

O engano da propaganda ateísta



Ativistas ateístas estão virando manchete novamente por causa de uma propaganda recente, desta vez no sul dos Estados Unidos. Alguns anos atrás um esforço similar foi feito no Reino Unido e causou alguma preocupação entre evangélicos britânicos. Eu morava na Escócia na época, e fiquei cara a cara com uma dessas propagandas públicas promovendo o ateísmo, antes mesmo que tivesse ouvido falar disso no jornal. Eu lembro muito bem daquele momento. Eu estava estacionado do outro lado da rua da Enfermaria Real de Aberdeen às 7 da manhã, esperando pra buscar minha esposa de um plantão noturno no hospital, quando um daqueles ônibus vermelho de dois andares chegou na parada que estava bem na minha frente. Estavam escritas no ônibus (onde normalmente haveria uma propaganda do filme mais recente) as seguintes palavras, bem grandes: “Deus provavelmente não existe. Agora pare de se preocupar e aproveite sua vida.”

Minha reação instintiva àquela mensagem – quando eu me recuperei da surpresa de encontrá-la na lateral de um ônibus – foi de perplexidade. Eu não consegui entender, e ainda não consigo: como alguém pode achar que a vida como um produto do acaso é mais agradável (ou menos preocupante) do que a vida como um presente de um Deus todo-poderoso, todo-sábio e amoroso? Quem gosta mais de um anel de diamante: o homem que esbarra neste anel com seu detector de metal na praia? Ou a garota que o recebe do rapaz que a ama e que quer casar com ela? Eu diria que é o segundo caso. O anel tem o mesmo valor monetário nos dois cenários, mas ele traz um prazer maior à garota porque, para ela, é um presente que serve para sempre lembrá-la de um relacionamento que  vale infinitamente mais do que qualquer preço que possa ser cobrado pelo diamante. Quem aproveita mais a vida? A pessoa que acredita que ele mesmo e tudo ao seu redor é produto do acaso, e então trata cada dia como algo em que ele esbarrou na areia? Ou a pessoa que vê sua vida como um todo e cada dia nela como um presente de Alguém que a ama com um amor perfeito e constante, e pretende passar a eternidade com ela? Eu argumentaria pelo segundo caso, pela mesma lógica de antes.
Se Deus não existisse, eu não conseguiria parar de me preocupar. Se este mundo e esta vida fossem de fato tudo o que existe, tenho certeza que eu desperdiçaria a vida em um estado constante de ansiedade, pensando se eu estou espremendo prazer o suficiente, ou o tipo certo de prazer, dos meus lamentavelmente poucos dias nesta terra. Apesar desses ateístas terem uma aparente intenção de ajudar as pessoas a relaxarem e se divertirem, pareceu pra mim (e ainda parece) que eles prescreveram uma dose pesada de ansiedade e miséria para as pessoas com suas (falsas) novas sobre a inexistência de Deus.
Essas propagandas mais recentes, nos Estados Unidos, me deixaram igualmente perplexo. Outdoors em diversos estados do sul mostram uma garotinha vestindo um chapéu de Papai Noel e com um sorriso levado, escrevendo uma carta para São Nicolau: “Querido Papai Noel, tudo o que eu quero de natal é faltar à igreja. Estou muito velha para contos de fadas”. Minha perplexidade quanto a esta propaganda específica é de uma natureza ambivalente, correspondendo aos meus sentimentos ambivalentes pelo velho São Nicolau. Uma parte de mim simplesmente acha o anúncio irônico e triste. É irônico na medida em que a garota está escrevendo para uma criatura mitológica chamada Papai Noel para expressar sua descrença em Deus. (Eu imagino que essa ironia foi proposital, e que a maioria dos ateístas não acreditam no Papai Noel, nem acham que ele seja a pessoa mais apropriada para registrar a descrença de alguém). É triste, porém, ver (ainda que em um cenário fictício) uma criancinha querendo trocar a crença em um Deus onisciente que oferece gratuitamente o perdão para nossos pecados por um homem onisciente do Polo Norte que anualmente te promete recompensa (ou punição) baseado puramente em sua performance, com absolutamente nenhuma possibilidade de arrependimento pelos seus delitos. “Ele te vê quando você está dormindo. Ele sabe quando você está acordado. Ele sabe se você foi bom ou mau”.[1] Papai Noel, pelo menos como é descrito nessa música, é assustador. O slogan ético da história do Papai Noel é “É melhor você ser bom, pelo amor de Deus!” [2] Mas e aqueles dentre nós que não têm sido bons? Não há promessa de resgate para crianças malvadas no evangelho do Papai Noel. O melhor que você pode esperar é uma melhoria moral nos anos que você tiver pela frente (então se apresse…).  Que trágico substituto para um Deus que não apenas sabe tudo o que você fez mas também oferece um perdão total e completo com base na encarnação, pessoa e obra de seu Filho, que viveu e morreu no lugar dos pecadores.
Mas eu não odeio o Papai Noel, no final das contas. A verdade é que eu gosto do Papai Noel, talvez até acredite nele um pouco. Qualquer que seja a retórica de nossas musiquinhas de Natal, a realidade – até onde eu posso ver – é que Papai Noel dá presentes para crianças independentemente de sua fibra moral ou performance durante o ano. O esquema de presentes do Papai Noel não parece ser meritocracia no final das contas. E qualquer que seja a verdade sobre o conhecimento que ele tem das suas obras, o que há de desagradável em um cara que dirige um trenó puxado por renas mágicas e se espreme chaminé abaixo para colocar pacotes embaixo da árvore de natal?
Meu problema de verdade com esta propaganda ateísta específica não é que ela promova a crença no Papai Noel, mas ela engana grosseiramente as pessoas fazendo-as pensar que de alguma forma você pode se livrar de Deus mas ainda ter um pouco de mágica no mundo. A verdade sobre o ateísmo, que eles tentam tão desesperadamente esconder, é que quando você se livra daquele que nos fez e que fez a este mundo, você priva a nós e a todo o mundo de significado, absolutos moraise mágica. Sem Deus, o mundo se torna um universo natural, onde nada (ou melhor, ninguém) pode intervir porque não há ninguém lá para fazer isso.
Por mais estranho que possa parecer (dado um justo grau de nervosismo cristão a respeito do Papai Noel e sua tendência de roubar os holofotes de Cristo no natal), eu sugeriria, então, que é realmente necessário ter uma perspectiva cristã das coisas para sustentar uma história como o Papai Noel (pelo menos como algo mais do que um esforço coletivo por parte dos pais para extrair bom comportamento de seus filhos). G. K. Chesterton escreveu: “O senso de milagre da humanidade deve ser sempre mais vívido para nós do que qualquer maravilha de poder, intelecto, arte ou civilização. O mero homem sobre duas pernas, assim, deveria ser sentido como algo mais tocante do que qualquer música e mais surpreendente do que qualquer caricatura.” A humanidade não é um produto do acaso. A humanidade, trazida à existência pela palavra de Deus, é ummilagre. E quando você se dá conta disso, não precisa de um grande salto de imaginação para entreter a possibilidade de um homem específico que vive no Polo Norte, viaja em um trenó puxado por renas e se espreme chaminés abaixo para deixar presentes para meninos e meninas sob árvores de natal.
Quando, em vez disso, você nega o fato de a própria humanidade ser um milagre, todas as possibilidades de um homem milagroso chamado São Nicolau evaporam. O ateísmo é, sem dúvidas, o caminho mais rápido para o desencanto do mundo em que vivemos. A criança (ou adulto) que não acredita em Deus realmente é “velho demais” – ou “alguma coisa” demais, pelo menos – para acreditar em contos de fadas. Se estes ativistas ateístas fossem honestos, então, eles não teriam uma criança professando o seu ateísmo a uma criatura de contos de fadas. Eles a teriam sentada por si mesma, solitária e assustada, professando sua descrença para ninguém, porque isso é quem está lá, no fim das contas. E eles deveriam tirar aquele sorriso levado do rosto dela, porque sorrisos levados são um sintoma da mágica que existe neste mundo.


É claro, no fim, a propaganda mentirosa dos ateístas – prendendo uma criança nas armadilhas de um mundo encantado enquanto ela, na verdade, puxa a tomada de todo o encanto – é exatamente o que você esperaria. O que mais você pode fazer quando está vendendo um produto que leva a miséria e morte (Provérbios 14.12)?
[1] Letra da música “Santa Claus Is Coming To Town” (N. do T.)
[2] Em inglês, a expressão usada aqui é “for goodness’ sake” (uma tradução literal seria “pelo amor da bondade”). Essa expressão é frequentemente usada no lugar de “for God’s sake” (“Pelo amor de Deus”). (N. do T.)
POR AARON DENLINGER
Traduzido por Daniel TC
Retirado do blog: http://reforma21.org/

O verdadeiro domínio próprio



"Mas o fruto do Espírito é: o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade.

a mansidão, o domínio próprio; contra estas coisas não há lei."

Gálatas 5:22-23

Muitos de nós já ouvimos falar sobre esses "frutos do Espírito". Esse post dessa vez será apenas sobre o último citado, o domínio próprio ou em outras versões é descrito como temperança.
Temos uma ideia que não digo que é errada sobre o domínio próprio mas é superficial. Acreditamos que o domínio próprio é aquilo que nos impede de "explodir" em ira ou ficar "calmo" e não reagir em certas ocasiões onde nossa carne é "cutucada". De fato, usamos o domínio próprio nessas situações, mas o domínio próprio é muito mais do que isso. 
No contexto da sociedade em que vivemos vou mostrar onde mais usamos (ou pelo menos devíamos usar) o domínio próprio: 

"Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação; que vos abstenhais da fornicação;

Que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santificação e honra;

Não na paixão da concupiscência, como os gentios, que não conhecem a Deus."

1 Tessalonicenses 4:3-5

"Que a cada um de vós SAIBA POSSUIR o seu vaso (corpo) em santificação e honra". Às vezes, confundimos santificação com glorificação, nos achamos indignos por pecarmos, mas o pecado só será removido quando formos glorificados (mas isso é assunto para um outro post rs). Usando ainda o exemplo do pecado sexual, teremos desejos e o domínio próprio fará com que saibamos possuir nosso corpo em honra, ou seja, não colocaremos em prática aquilo que nosso desejo quer. 
Enfim, se você que está lendo isso agora se encontra em uma situação de pecado deliberado, onde você não consegue parar de pecar, talvez você esteja afastado de Cristo e não está tendo "domínio próprio". Nesse momento você tem mais uma chance de se reconciliar e não tente por suas próprias forças porque o domínio próprio é um fruto do ESPÍRITO SANTO, então é só com o Espírito Santo habitando em você. Ore, leia a palavra e peça ajuda a irmãos próximos! 

Deus te guarde! Yago Cardoso.



Misericórdia infinita.


A misericórdia de Deus é tão suficiente para o perdão de grandes pecados quanto para os menores; e isso porque Sua misericórdia é infinita. O que é infinito é muito acima do que é grande, Ele está tão acima dos reis como Ele está acima dos mendigos; Ele está tão acima que o maior anjo, como está do pior verme. Uma medida finita não chega nem perto da extensão do que é infinito. Então a misericórdia de Deus sendo infinita, deve ser tão suficiente para o perdão de todo pecado quanto de um só. Se um dos menores pecados não está além da misericórdia de Deus, então também não está o maior, ou dez mil deles. - Jonathan Edwards | Perdão Para Grandes Pecados

- Jamille

O cristão e o homossexualismo




Olá jovens valiosos. Esse tema é muito apropriado para o que estamos vivendo hoje. Vemos a cada dia que o homossexualismo vem crescendo e muitas leis vem tentando beneficiar esses hábitos. Uma das questões mais importantes que a Igreja enfrenta é o homossexualismo. Pessoas que se dizem contra tais práticas são ditas como homofóbicas, preconceituosas, ignorantes, intolerantes, etc. 

Infelizmente, por estar tão presente na sociedade, por intimidação, muitos grupos de cristãos têm aceitado tais práticas dentro das congregações. Ou se não aceitam, simplesmente se calam diante do que ocorre. Até cargos na Igreja tem sido ocupados por homossexuais ou por pessoas que defendem tal prática. 
Acredito que estamos muito próximos da volta de Jesus e essas coisas que vem acontecendo são cumprimentos proféticos acerca do fim. Olhem o que Jesus disse: 


Como também da mesma maneira aconteceu nos dias de Ló: Comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam;
"Mas no dia em que Ló saiu de Sodoma choveu do céu fogo e enxofre, e os consumiu a todos.
Assim será no dia em que o Filho do homem se há de manifestar.
Lucas 17:28-30"

Jesus diz que volta quando o mundo estiver parecendo como o lugar onde vivia Ló, Sodoma e Gomorra, uma cidade que praticava livremente o homossexualismo. Então, esse crescimento que vem acontecendo com relação a prática homossexual é apenas mais um dos sinais mostrando que Jesus está próximo de voltar. 

A palavra revela, condena e proíbe os atos homossexuais, logo o pensamento homossexual é contrário a vontade de Deus. Ser homossexual pode ser um estado ou uma orientação. Ter essa "orientação" não é pecado, o pecado se concretiza no ato homossexual, é esse em que a Bíblia condena. A pessoa pode ter orientação homossexual mas nunca praticar o ato. Deus pode libertar pessoas com essa orientação, mas se Ele não fizer isso, de acordo com sua vontade e soberania, você vai lutar contra esse pecado, se abstendo da cobiça, onde tudo começa e é claro se fortalecendo exercitando-se na piedade.

Pra você que ainda tem dúvidas se o homossexualismo é de fato pecado ou simplesmente que mais bases bíblicas deixarei aqui alguns textos sobre o tema, lembrando que a Bíblia é clara sobre isso e também cita inúmeras vezes:


Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é;
Levítico 18:22


Quando também um homem se deitar com outro homem, como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles.

Levítico 20:13


Gênesis 19 - Não vou colocar aqui o capítulo inteiro, mas peço que leiam, é Sodoma e Gomorra sofrendo juízo devido as práticas que viviam, dentre elas, o homossexualismo.



Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus?
Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os EFEMINADOS, nem os SODOMITAS*, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.

1 Coríntios 6:9-10 

*(Sodomitas no grego se refere ao intercurso sexual passivo ou ativo entre homens, a relação sexual ativa ou passiva entre homens ou mulheres.)



Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.
E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.

E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm;

Romanos 1:26-28

Leiam o capítulo inteiro para entender o contexto.



Para os que praticam imoralidade sexual e os homossexuais, para os sequestradores, para os mentirosos e os que juram falsamente; e para todo aquele que se opõe à sã doutrina.
1 Timóteo 1:10


Enfim, já sabemos que é pecado, mas se na Bíblia não tivesse essas passagens, mesmo assim saberíamos que seria pecado, porque Deus permite a prática sexual apenas para o matrimônio. E não há casamento diante de Deus entre homem e homem, mulher e mulher. O casamento só acontece quando homem e mulher se unem e formam um. Gênesis 2:28 consolida o casamento e nos mostra que não há possibilidade de existir casamento homossexual, até porque Deus em toda sua criação instituiu homem e mulher, macho e fêmea. 



- Yago Cardoso


Para quem tiver dúvidas ainda, recomendo esse vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=eH8lvyB0G6U